Mon Amour à moi...
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Sa présence ne passait jamais inaperçue, elle remplissait de son allure
chaque pièce et sa voix, tonitruante et joyeuse, résonnait partout. Il
respirait...
Há 1 semana
Formas de pensar diferentes... Às vezes radicalmente opostas... Convivem neste espaço livre... Aqui as direcções, os lados, as cores, são irrelevantes... Aqui coexiste apenas a vontade de dizer sem amarras... Dizer ou escrever, com a tinta da alma de cada um...
"Pedaço" publicado por Tazaroteno às 12:01 da manhã
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1 comentário:
Taz,
Para mim parece-me claro, e acho que todos já perceberam que a motivação das Farmácias não é o bolso dos cidadãos... Bem sabemos o quanto lutam pelos seus interesses instalados, e pelo seu monopólio de vendas. A sua real motivação é o lucro... E os medicamentos genéricos permitem às Farmácias obter maiores ganhos que os originais, logo, são a melhor opção. Podemos dizer que é uma relação em que ambos ficam a ganhar... O utente paga menos, e a Farmácia lucra mais.
Seria tudo muito bonito, caso os genéricos fossem garantidamente tão bons como os originais, só que nem sempre o são, há demasiados casos em que a cópia não supera o original.
Os laboratórios que produzem genéricos investem junto das farmácias, oferecendo-lhe grandes benefícios pela compra dos seus produtos, o que origina margens de lucro extremamente interessantes para as mesmas.
O que seria correcto seria fazer repercutir este tipo de benefícios e descontos dados às Farmácias, na factura final do cliente. Só que aqui neste ponto penso que as bondosas Farmácias portuguesas não estão de acordo comigo. A mim parecia-me bem... porque para o consumidor final era muito melhor, e justificava o súbito interesse "altruísta" das Farmácias portuguesas com a bolsa cada vez mais vazia de todos os portugueses. Isso sim era bonito, e ficavas-lhe bem.
Abraço.
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