quinta-feira, dezembro 30, 2010


2001- Pedaços de nós

quarta-feira, dezembro 29, 2010

ZAZ - Le Long de la Route

Publiquei aqui pensando que o fazia no meu blogue! Resolvi então vir para confirmar e depois apagar... mas pensando bem acho que é melhor deixar ficar. Apetece-me partilhar. Espero que gostem!

quarta-feira, dezembro 22, 2010


Natal

quarta-feira, novembro 03, 2010

A Caverna

A história pode ser contada em apenas algumas linhas...
Prefiro contá-la ao pormenor mas de uma forma muito reduzida, prometo.
Certo dia, na cama de um hospital jaziam em camas separadas dois doentes.
O primeiro (A) tinha o privilégio de uma vez por dia poder contemplar o exterior através de uma janela á sua frente. O segundo (B) apenas podia estar deitado e nada contemplar.

Cada dia que passava, todos sem excepção, o doente (A) narrava com todos os pormenores do que conseguia avistar da janela; os pássaros, as árvores, as flores, o sol, e até um desfile de centenas de pessoas com balões e a alegria contagiante da música no exterior.

Certa noite, o doente (A) começou a entrar em falência e pediu auxílio ao seu companheiro de cama (o doente B). Mas o seu companheiro de cama rapidamente pensou no privilégio que teria em ocupar o seu lugar e poder ver tudo para lá daquelas paredes. Na manhã seguinte, após declarado o óbito do doente (A), o doente da cama ao lado pediu de imediato a mudança... foi aceite, e sem questões.

O doente (B) contou os minutos e as horas a aguardar para a cabeceira de sua cama ser levantada. E assim aconteceu, á hora marcada, a cabeceira da cama ergueu-se e ele avista a janela. A felicidade é imensa... minutos depois está lavado em lágrimas. Alguns dirão de felicidade... certo?

As lágrimas continuam a rolar pela sua face, quando percebeu que a janela existe, mas para lá dela apenas existe... um muro.

sexta-feira, outubro 01, 2010

Uma espécie de desabafo

Feriado. Apesar disso, muitas pessoas andam zangadas na rua. 
Num centro comercial, mãe e filha adolescente dizem que o local está cheio, as pessoas não devem ter para onde ir, que o local não tem lojas de jeito... pergunto: então o que foram lá fazer?
No metro, 2 casais adolescentes, um deles com um filho no carrinho, ignoram a criança. É como se esta fosse um saco de supermercado. A criança esperneia, grita, chama a atenção. Uma das meninas manda-o calar de 500 formas. Todas a manifestar fúria, cansaço.
Ainda no metro, um jovem fala ao telemóvel com a namorada (pela conversa, presumo). Ela deve estar a fazer cena de interrogatório. Ele, tentando conter-se, vai respondendo secamente.

Eu, ao almoço, levo com colegas que não se calam e só falam de trabalho. Por várias vezes já disse que não quero falar de trabalho ao almoço, mas devo dizer qualquer palavra que os impede de perceber...
O silêncio, simplesmente, será muito difícil?

segunda-feira, setembro 27, 2010

O meu ideal de homem

Estava eu um dia destes nas minhas divagações, quando inesperadamente cheguei à conclusão que gosto de homens vagamente gays!!! Este ano que caminha a passos largos para o seu final, tem-me dado uma bela amostra dos exemplares masculinos. Sempre me estive a borrifar para a coisa do "homem ideal", porque o "homem ideal" não existe. Vive apenas na cabeça de quem nunca esteve apaixonada, ou de quem nunca teve ninguém a encher-lhe as medidas.

Gosto de brincar com um homem. Gosto de me expor ao ridículo com ele. Gosto de ser feia ao acordar (e alguns deles, de tão apaixonados, até já me vêem bonita), e aparecer deslumbrante ao jantar. Gosto de ser apanhada na casa de banho a limpar as orelhas com um cotonete, ou vê-lo a brincar com as minhas cuecas na cabeça. Gosto de estar na cama a rir-me com ele por se ter embebedado na noite anterior e ter beijado o amigo. Ou por eu ter sido assediada pela rapariga do bar que me ofereceu shots a noite inteira, e o ignorou o tempo todo.

Homem de que eu goste, cobre-me do frio, diz as palavras que eu gosto de ouvir, e está disposto a tudo para me ouvir gritar na cama, e nunca me vai dizer "cuidado que te podem ouvir", pelo contrário, dirá antes "grita mais que eu gosto tanto".

Para as características físicas estou-me sinceramente nas tintas. Nem pernas boas, nem músculos, nem peitorais, porque nadinha disto tem cabimento na minha cabeça. Ou seja, ele até pode vir com tudo isto, mas vai ter que me apertar as coxas e rir-se com as minhas estrias.

Homem que eu goste não tem de ser de nenhuma forma, nem estar em forma. Nem tem de ser branco ou preto, mas tem que ter raça, e coragem, porque o amor é sempre um acto de coragem.

O próximo ano vai ser o ano para combater os homens ideais. Vai ser o ano de procurar um homem vagamente gay, que me diga "a tua carteira é tão bonita", sem querer usá-la. Ou vai ser o ano para apanhá-lo a usar na cara o creme reafirmante para o corpo, e perceber que ele nem tinha reparado nisso. É no início do ano que temos que acordar a nossa lucidez, porque ela tende a perder-se com o passar dos dias. Em 2011 vou procurar pessoas, em vez de perseguir ideais...

quarta-feira, agosto 18, 2010

As escolhas profissionais

Meses se passaram desde a última vez que escrevi aqui, há um misto de sentimentos que não sei para onde os dirigir só sei que escrever mesmo que seja sobre as minhas tristezas me faz atenuar o que sinto. Todas as pessoas têm na sua vida momentos piores do que outros, momentos de indecisão, em que não se sabe o que se quer seguir ou se se é demasiado cobarde para o fazer.

Eu estou a passar um desses momentos agora, um momento em que penso sobre o que quero fazer profissionalmente, uma vez que aquilo que faço no momento não me preenche de maneira nenhuma, e que aquilo que gostaria não "preenche" lugar no mercado de trabalho. Então as minhas decisões balançam naquilo que é certo e que eu desejo, daquilo que se calhar vai ter que ser. É difícil escolher e decidir o que se quer fazer profissionalmente quando até nem nós próprios sabemos o que queremos mesmo.

Gostava de ter nascido com a ideia de que "quando for grande quero ser isto" e me ter mantido nessa opinião, mas a verdade é que nunca soube o que queria ser, nunca houve nada que soubesse que era aquilo, apenas consegui (hà muito pouco tempo) perceber que há coisas que eu gosto como História, Psicologia, àreas da Terapia Familiar, e muito recentemente a àrea da Sexologia com envolvente para o planeamento familiar agora são coisas que não têm lugar no nosso actual mercado de trabalho e por isso torna-se difícil ter a certeza que estou a percorrer o caminho correcto...

E são escolhas que temos que arcar com elas seja quais forem as decisões que tomemos uma vez que cabe a nós escolher entre a felicidade em fazer algo que se goste ou satisfazer-se com o dinheiro que se ganha num trabalho que se suporta, contudo já dizia a minha mãe "a felicidade não enche a barriga" por isso como eu disse... escolhas...

terça-feira, julho 27, 2010

Amizade

Sobre a amizade, todos nós temos muito que contar...
Amizade é algo que se conquista, não cai do céu, e muito menos é um dado adquirido, temos que trabalhar, e muito, por conquistar, e manter.
Mas muito sinceramente, amizade... é algo muito próximo de "família"...
Somos capazes de defender até ao limite, estamos presentes quando necessário, respeitamos a diversidade e somos capazes de dar tudo pela defesa dos nossos.
Podemos apelidar de utópico tudo quanto escrevo, mas continuo a acreditar que ainda existem amizades destas.
Revestidas de uma couraça indestrutivel, alicerçada em valores, e de uma unidade a toda a prova.
Acredito em tudo isto, pois no mundo que vivemos...
Ou temos família...
Ou amigos verdadeiros...

segunda-feira, junho 07, 2010

não precisam ser muitos, mas têm de ser os melhores!

Amigo é para ser escolhido a dedo

Amigos…

Amigo é aquela palavra que define alguém especial. Alguém que perto ou longe, está sempre. Alguém com quem podemos não falar durante um milhão de anos, mas sabemos que está. Alguém com quem podemos conversar sobre tudo porque sabemos que nada será repetido se assim o desejarmos e nem precisamos pedir. Alguém em quem podemos confiar.

Amigo… amigo é aquele com quem comunicamos mesmo em silêncio. Alguém a quem não temos de pedir nada. Alguém com quem partilhamos o riso, a lágrima e os disparates.

Não creio que seja possível viver sem, pelo menos, um grande amigo. Apraz-me saber que não tenho muitos, mas sempre os tive bons, porque quantidade nem sempre é melhor que qualidade e, por isso mesmo os prezo e não os esqueço, nem mesmo àquele que me ensinou que, por vezes, ser-se amigo nos pode custar a vida e que, também por isso, não devemos chamar amigo ao primeiro personagem que nos cruza o caminho, por muito que algum dia tenha gritado eufórico “eu sabia! eu sabia!”.

Porque amigo não tem corpo, não tem rosto mas tem tudo. E é um tudo que perdura para além do espaço, do tempo ou da vida.



6 dias... 6 semanas... 6 meses... 6 anos...

10!

a ti Å®t e a todos os que de alguma forma tornaram isso possível, obrigada

sexta-feira, junho 04, 2010

Sonhar

Por vezes sonho acordado,
outras vezes, durmo vivendo a realidade.
Por momentos, prefiro acordar...
ou permanecer retido no sonho.
É duro acordar.
A violência do despertar só revela o real.
Sim, o mundo real.
Algo a que eu nem ninguém pode fugir.
Só me resta sobreviver, dia após dia.
Dia após dia de duras batalhas,
por tudo e por nada...
por alegrias e tristezas...
desilusões e autênticos milagres de vida...
Acima de tudo, viver dia após dia, revela-se
uma enorme demanda, onde sobreviverá sempre...
A esperança
E o repousar na serenidade do sonho.

quinta-feira, junho 03, 2010

"Criar é como parir!"

A música e as palavras são a linguagem das emoções. A palavra pode ter som mesmo quando lida em silêncio. Um texto é uma sucessão de palavras de modo a expressar uma mensagem, ou uma informação, de quem o compõe para quem o recebe. Por vezes, a música e as palavras ficam de tal forma sincronizadas, que é difícil pensá-las em separado.

É o que me acontece cada vez que leio e oiço, tudo aquilo que o meu amigo Mitro Vorga escreve e compõe. E como forma de reconhecimento pelo seu talento, tomo a liberdade de partilhar com todos vocês a sua "Alquimia", ao som do seu "En Canto". Esta foi a forma que eu encontrei para agradecer a sua presença constante, e as palavras sempre amáveis que ele usa quando me visita e comenta.

E como "Criar é como parir!"... Enjoy...


Alquimia

Há substâncias que nenhuma química consegue ligar
Incompatibilidades, que ninguém consegue vencer
São como ventos contrários, numa vela esburacada
Quando querias que importasse, não importa nada

Há efeitos enganosos, miragens feitas pelo calor
Pensas que o que vês, é o que parece, e não é
Há caminhos, que nunca se deviam trilhar a pé
Ausências, que já não conseguem causar dor

Porque me perguntas se está tudo bem?
Se de facto me conhecesses, saberias
Que desapareço no contar dos dias
Que afinal, são os teus também...

Nesta química insuportável que nos separa
Há este desejo intenso de me aproximar
Contudo, há uma força que me pára
Uma alquimia retorcida de afastar


Texto e Música: Mitro Vorga

segunda-feira, maio 31, 2010

Os insuportáveis

Há alturas em que penso por que motivo temos de nos cruzar na vida com uns idiotas que nos saem na rifa.
Irritam-me pessoas que, sob uma capa de tolerância, respeito, conversa de chacha q.b., só estão bem se a sua vontade se impuser à dos outros. Mas tudo em nome do respeito mútuo, pois claro!
Claro que eles imporem a sua vontade aos outros não é uma violência. É um direito. Eles têm direitos. Os outros é que são intolerantes com tamanha grandiosidade de espírito.
Falam, repetem tudo vezes sem conta, são palavrosos, não deixam ninguém falar. Mas tudo em nome da tolerância e do respeito mútuo, pois claro!
Não ouvem os outros, não os deixam articular uma frase com princípio, meio e fim. Se se lhes chama a atenção para isto, respondem que não são precisos formalismos. Pois claro!
Apenas têm o seu umbigo por amigo. Nem sei se se pode dizer que são arrogantes. São apenas egoístas insuportáveis.
Santa paciência!
Vade retro!

quarta-feira, maio 19, 2010

Cumplicidade

Irrita-me o tom desse teu “bom dia", sempre tão cheio de certeza de que é o bastante para que eu deixe escapar um sorriso assim que o recebo, pela manhã. Irrita-me essa tua mania de continuares a querer partilhar comigo o quanto o almoço te está a saber bem, ou o quanto estás farto dessa reunião infindável. Irrita-me quando me dizes, a meio da tarde, que estás a passar naquela rua onde fica aquele restaurante onde costumávamos jantar. Irrita-me quando fazes questão de me contar como correu a consulta que tiveste por causa da unha encravada do dedo mindinho da mão direita. Irrita-me aquela mensagem que me envias a avisar que está a dar o filme que eu gosto no canal X, ou que finalmente encontraste aquele dvd que procurei durante tanto tempo.

Irrita-me que conheças de cor os meus hábitos e faças questão de mo lembrar com um ruídoso "acorda, tens de ir jantar!" lançado pelo msn, ao fim da tarde. Irrita-me quando me vens perguntar qual o melhor detergente para meter na máquina de lavar roupa e quanto tempo demora a carne a descongelar no microondas. Irrita-me quando às seis da manha me dizes que acabaste de chegar de uma noitada e vais dormir, despedindo-te com um “até amanhã” cheio de convicção de que “amanhã” nos falaremos de novo. Irrita-me quando comentas que foste lá fora dar comida aos cães e reparaste na enorme Lua Cheia que está lá em cima. E irrita-me saber que sabes que também reparei nela. Irrita-me quando completas as minhas frases, antecipas as minhas respostas e adivinhas as minhas reacções, e nem pões a hipótese de teres errado em qualquer uma delas. E irrita-me perceber que, na verdade, nunca erras em nenhuma.

Irrita-me que ainda saibas tanto de mim e faças questão de o mostrar todos os dias, ao longo do dia, e que insistas em manter os nossos hábitos, como se eles ainda fossem realmente nossos. Irrita-me esta cumplicidade que não deixas quebrar, cheio de certeza de que vamos estar sempre aqui à distancia de um “vamos lá pôr o orgulho de lado”.

E irrita-me saber que sabes que, mesmo em silêncio, concordo contigo.

terça-feira, abril 27, 2010

coisas que os pais nos ensinam...

Calma, não deixes que tudo te atinja o coração. Nem tudo vale a pena.

Não procures demais. Não vasculhes. Não desesperes. Não te contorças. Não blasfemes.

Acalma-te e… aguarda.

A vida é assim, para ser vivida devagar, tranquila. Delicia-a. Saboreia-a. Cada minuto, cada momento, cada instante.

Não te assustes o céu não vai cair. A lua não vai fugir. O sol não morrerá. O mar não se afogará.

Não te esforces além do excesso. Não te consumas. Não te empenhes além de ti. Não te devores, não te destruas, não te danifiques. Não te gastes.

Não deixes o medo sugar-te.

Quando tudo parece que vai mal. Quando a tempestade desabar. Quando o problema parecer uma montanha. Relaxa. Aguarda. Não tentes pensar em demasia.

Recosta-te na maresia que te envolve a alma. Descontrai. És tu. Regressa a ti e verás...

... que amanhã é um novo dia.


quando me incutias isso em pequenita, parecia tão simples :)

quarta-feira, abril 14, 2010

O meu "Pedaço" # 25

Tínhamos todos 20 anos nos anos oitenta.
Era o tempo da expressão "o que tu queres sei eu".

Felizmente nunca irão saber o que eu queria, nem o que andei a fazer naqueles anos que agora chamam de oitenta. Não são histórias que se possam contar, e muito menos voltar a acontecer. Eram tempos em que dava para fazer tudo ao mesmo tempo, sem se perder a sensação de que não se tinha feito nada, mas bem pelo contrário, de que ainda havia muito para fazer.

Os anos oitenta, foram uma década de puro divertimento. Era a música... a dança... a música de dança... e todos vocês são capazes de distinguir e imaginar, entre o que pode levar à dança, e ao que a dança pode levar...

Nos anos oitenta havia rapazes e raparigas... olhares, vontades, investidas, planos...
E não vale a pena esconder, esses rapazes fizeram-se homens, e as raparigas mulheres. E passaram a dar-se números de telefone, a dar-se "ares de graça", a dar-se desculpas...

Também nos anos oitenta havia projectos, havia problemas, e havia malandrice. Era o efeito desencaminhador... para o bom caminho.
Afinal aquela paródia ininterrupta que foram os anos oitenta valeu a pena...

segunda-feira, abril 12, 2010



LOVE AND SWEET KISSES TO YOU...

quarta-feira, abril 07, 2010

meios inteiros

Sou assim meio estranha, meio confusa, meio esquisita, meio confiante, meio desconfiada, meio aberta, meio fechada, meio alegre, meio triste, meio distante, meio frágil, meio segura, meio terna e meio arisca. Eu sei… tantos meios não podem de forma alguma dar um só inteiro. Nada de jeito portanto.

Mas nem por isso serei diferente. Não é possível ser diferente. Deixaria de ser quem sou se não tivesse tantos meios.

Não são meios melhores nem tão pouco piores, são apenas os meios que fazem de mim não um meio ser mas sê-lo por inteiro. E mesmo quando me cortam pelo meio, permanecem inteiros todos os meios.

Por isso não adianta tentar modificar, insistir em completar, forçar ou colar. Porque me agradam os meios de cada um dos meios que sou, mesmo que não exista perfeição pelo meio de qualquer um desses meios...



...que sou por inteiro

domingo, abril 04, 2010

Quebre a rotina...



Descoberto e descaradamente copiado daqui.

Também me anda a apetecer quebrar a rotina...

sexta-feira, março 19, 2010

Pai... Obrigado



PAI...
Tu és especial... uma pessoa preciosa
teus gestos... amizade... risada gostosa
Carinho chegando sem tempo ou hora
caminhada nobre do passado ao agora

Em sábias palavras teu afecto conduz
partilhar trilha suave é seguir tua luz
Aos enigmas da vida a mão estendida
até ao desvendar por vivência sentida

Brilha teu olhar nos desafios vencidos
é recompensa maior braços estendidos
Teu acalento bem-vindo afaga o coração
tu sabes como ninguém activar emoção

PAI... pequena e tão expressiva palavra
ao orientar com amor na medida certa
Teus ensinamentos dourados alma lavra
e os conselhos vida afora dão o alerta


PAI...
teu lugar em minha vida
seja passado presente ou futuro
foi... é... e sempre será marcante
Tu és a brisa nos temporais
partilhando sonhos e ideais
quando em passos indecisos
busco aos teus sinais
Teu apoio é constante
às vezes presente ora distante
e não me deixa esquecer jamais
felicidade de ter-te como PAI
e saibas... te adoro demais

PAI... Obrigado
por ser quem tu és
por seres parte da minha estória
no alcance de tantas vitórias
e perene sempre serás
nas páginas vivas da memória
Desejo que meu amor sincero
sentido por ti eternamente seja
creias... é o que mais quero
E nesta data com emoção dizer
"Feliz Dia dos Pais"
certamente
é te amar um pouco mais

P.S- Dedico esta mensagem, especialmente, ao Pai das minhas "Nekinhas"...
Obrigada por seres o Pai que és